Reveja em
https://www.solferias.pt/#content/condicoesreserva as Condições Gerais de Venda e Ficha Informativa Normalizada, vinculadas à sua reserva.
# Requisitos de Entrada Destino #
º Antes de viajar, consulte os requisitos de entrada aplicáveis à sua reserva aqui:
https://www.solferias.pt/#content/guiaviagens
# Seguro de Viagem #
º Este programa dispõe de um seguro contratado. Deverá informar de imediato os passageiros desta reserva, das condições especiais do seguro contratado e que em caso de cancelamento da reserva, os mesmos são não reembolsáveis, pelo que estão sujeitos a condições de anulação.
º Em caso de cancelamento da reserva, os mesmos são não reembolsáveis, pelo que estão sujeitos às seguintes condições de anulação (verificar na confirmação da reserva, qual o seguro contratado):
» Seguro Multiviagens Operador: 25 EUR/pessoa
» Seguro Multiviagens Prata: 36 EUR/pessoa
» Seguro Multiviagens Ouro: 55 EUR/pessoa
» Seguro Multiviagens Platina: 76 EUR/pessoa
» Seguro Multiviagens Vip: 291 EUR/pessoa
º Consulte em
https://www.solferias.pt/#content/seguros as Condições de Seguro contratadas
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Produto P.A.R. (Pagamento Antecipado de Reserva) - Obriga a pagamento de 50% de sinalização 24h após confirmação e restantes 50%, 65 dias antes da partida.
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ITINERÁRIO PROGRAMADO
Dia 1 e 2 - Lisboa / Cidade(s) de escala(s) / Antananarivo
Comparência no aeroporto 3 horas antes da hora da partida para formalidades de embarque. Partida no horário e companhia aérea indicados com destino a Madagáscar. Noite a bordo. Chegada, assistência e transporte partilhado para o hotel. Resto de dia livre. Alojamento.
Dia 3 - Antananarivo / Parque Nacional de Andasibe
Pequeno-almoço e partida em direção ao Parque Nacional de Andasibe. Neste dia, a viagem ao leste da ilha levar-nos-á, na primeira parte do percurso, através de uma paisagem de arrozais até às florestas tropicais desta região, habitada pelas etnias Bezanozano e Betsimisaraka. Poderemos observar o célebre ravinala, a árvore do viajante, símbolo de Madagáscar. Almoço (não incluído) na localidade de Moramanga, um importante entroncamento de várias vias secundárias e ponto de confluência de etnias do leste da ilha. Visitaremos o seu animado mercado e continuaremos até ao Parque Nacional de Andasibe. Chegada ao lodge. Alojamento.
Dia 4 - Parque Nacional de Andasibe
Pequeno-almoço e saída muito cedo em direção ao Parque Nacional de Analamazaotra (integrado no Parque Nacional de Andasibe), onde realizaremos uma visita a pé com duração aproximada de ± 4 horas, para observar o maior lémur da ilha, o célebre Indri indri, assim como camaleões, rãs, fetos arbóreos, pandanus, entre outros. Após o almoço (não incluído), passeio pela pequena localidade de Andasibe, onde teremos contacto com a etnia Betsimisaraka. No horário programado, visita noturna à Reserva de VOIMMA ou VAKONA (*), na qual poderemos apreciar diversas espécies de fauna endémica da floresta tropical húmida, como o enternecedor microcebo (imprescindível lanterna frontal). Regresso ao lodge. Alojamento.
Dia 5 - Parque Nacional de Andasibe / Behenjy / Antsirabe
Pequeno-almoço muito cedo e continuação até às Terras Altas malgaxes, atravessando uma paisagem de arrozais em socalcos e percorrendo a famosa estrada RN7. Almoço livre (não incluído) na cidade do foie gras, Behenjy, onde poderemos degustar diversas variedades desta iguaria requintada. Continuação até Ambatolampy, para conhecer a curiosa produção artesanal das panelas de alumínio que fazem parte de todos os lares malgaxes.
Durante a tarde, chegada à cidade de Antsirabe, cidade termal graças à descoberta das suas águas ricas em cloreto de sódio. A cidade foi fundada por missionários luteranos noruegueses no final do século XIX. Alojamento.
Dia 6 - Antsirabe / Valle de Manandona / Antsirabe
Pequeno-almoço e saída em direção aos extensos vales da região de Vakinankaratra, uma das mais férteis da ilha, considerada a "horta" de Madagáscar. A partir da aldeia de Manandona, caminharemos cerca de uma hora através de uma paisagem de arrozais para conhecer a cultura agrícola e as atividades quotidianas dos seus habitantes: poderemos partilhar as suas tarefas diárias, visitar uma casa tradicional, descobrir os seus fady (tabus) e, talvez, se a magia acontecer, desfrutar de uma improvisada atuação musical.
Pelo caminho, observaremos o cume do Monte Ibity, a terceira montanha mais alta da ilha, com 2.345m, uma cascata e uma piscina natural onde poderemos tomar banho (no nosso verão austral). Regresso aos veículos, que nos levarão de volta a Antsirabe.
Após o almoço (não incluído), passeio de pousse-pousse (semelhantes aos riquexós da Índia) ou a pé, para percorrer o centro histórico da cidade. Visita ao Atsena Kely (pequeno mercado), à Catedral de Notre-Dame de la Salette, à estação ferroviária, ao Monumento Étnico, bem como aos inúmeros edifícios da época colonial francesa, como o decadente Hotel des Thermes, onde se hospedou o rei Mohammed V durante o seu exílio em 1953. Regresso ao hotel. Alojamento.
Dia 7 - Antsirabe / Ambositra / Parque Nacional de Ranomafana
Pequeno-almoço e saída em direção à capital do artesanato malgaxe, Ambositra. Situada a 1.350 metros de altitude, esta localidade é reconhecida pelos seus artesãos Zafimaniry, declarados Património Cultural Imaterial da Humanidade pela UNESCO, por serem a última comunidade depositária de uma cultura original ligada ao trabalho da madeira. Os Zafimaniry, que são lenhadores, carpinteiros e artesãos há gerações, desenvolveram em torno da madeira um vasto conjunto de técnicas e conhecimentos. Esta tradição artesanal é testemunho da função primordial deste material em todos os aspetos da vida e da morte, sendo estes artesãos verdadeiros mestres da escultura em madeira.
Localizada em pleno planalto central, Ambositra é o berço da etnia Betsileo. (Se viajarmos entre julho e setembro pelas Terras Altas, poderemos deparar-nos com a famosa Famadihana, ou "retorno dos mortos". Importa referir que, para participar numa Famadihana, é necessário convite, pois trata-se de uma celebração familiar e não turística. No entanto, caso sejamos convidados e o circuito o permita, tentaremos assistir por um breve período de tempo - de modo a não violar a intimidade familiar - à celebração.) Após o almoço (não incluído), continuação até ao Parque Nacional de Ranomafana. Alojamento.
Dia 8 -Parque Nacional de Ranomafana / Sahambavy
Pequeno-almoço muito cedo e visita a pé ao Parque Nacional de Ranomafana, onde realizaremos uma caminhada com duração aproximada de ± 4 horas em busca de lémures como o Propithecus edwardsi, o Hapalemur griseus ranomafanensis ou o Varecia variegata, destacando-se entre as 12 espécies diferentes de lémures que habitam esta floresta, repleta de impressionantes fetos arbóreos, orquídeas silvestres, pandanus, entre outros. Ranomafana é natureza em estado puro. Este Parque Nacional foi classificado pela UNESCO como Património Natural Mundial dos Bosques Pluviais de Atsinanana, que engloba seis parques nacionais ao longo da costa oriental da ilha. Vista panorâmica da cascata sobre o rio Namorona e continuação até à aldeia rural de Sahambavy, onde passearemos pelas célebres plantações de chá, únicas na ilha, e almoçaremos (livre - não incluído). Conheceremos de perto o processo de produção e degustaremos as duas variedades de chá que ali são produzidas. Chegada ao hotel, junto à plantação e com vista para o lago de Sahambavy. Alojamento.
Dia 9 - Sahambavy / Fianarantsoa / Ambalavao / Anja / Isalo
Pequeno-almoço e saída em direção a Ranohira. Passeio pela "cidade velha" de Fianarantsoa e vista panorâmica da cidade a partir da Haute Ville. Continuação até à localidade de Ambalavao, onde descobriremos a curiosa produção do papel antemoro e visitaremos a Reserva Natural de Anjà, local ideal para a observação fácil de lémures da espécie Lemur catta, bem como camaleões e túmulos betsileo-sul (caminhada de ± 1h30). Almoço livre (não incluído) e continuação até ao Parque Nacional de Isalo. Nesta etapa, concluímos o nosso percurso pelas Terras Altas e inicia-se a descida através da savana malgaxe, de paisagens desérticas e de povoações que surgem isoladas em pleno nada. Jantar e alojamento.
Dia 10 - Parque Nacional de Isalo
Pequeno-almoço e visita ao Parque Nacional de Isalo. Visita à cascata das Ninfas, à piscina azul e à piscina negra no famoso Canion de Namaza (piquenique não incluído). O parque mais visitado da ilha possui profundos canions por onde circula a água em pequenos riachos, túmulos Bara, grutas onde se escondiam portugueses e árabes… Este parque é um testemunho vivo da história de Madagáscar, onde se podem observar várias espécies de lémures, como o Eulemur rufifrons, entre outros, assim como a palmeira endémica do Isalo, Bismarckia nobilis, aloés, Pachypodiums, e outras plantas características. Visita à aldeia da etnia de pastores semi-nómadas Bara de "Antabara", em Ikazandreno, e desfrute do espetacular pôr-do-sol na "janela do Isalo". Jantar e alojamento.
Dia 11 - Isalo / Tulear / Reserva de Reniala / Ifaty ou Madiorano
Pequeno-almoço muito cedo e partida rumo ao sul, observando pelo caminho os famosos túmulos Mahafaly - túmulos de pedra com estelas funerárias esculpidas ou pintadas com animais, casais, cenas do quotidiano… Quase sempre cobertos com crânios e chifres de zebus - e fotografando os primeiros baobás do sul malgaxe.
Antes de chegar a Tulear, faremos um desvio para visitar o Monumento ao Trópico de Capricórnio, obra do artista belga residente em Tulear, Bruno Decorte, pois encontramo-nos no ponto exato onde a linha curva imaginária do Trópico de Capricórnio atravessa a Terra. Aqui será entregue um diploma que comprova a nossa passagem por um dos grandes paralelos do planeta.
Após o almoço (livre - não incluído), transfere para a Reserva de Reniala e o seu bosque de baobás. Situada a apenas um quilómetro do Canal de Moçambique e perto da pitoresca aldeia de Ifaty-Mangily, a Reserva de Reniala alberga um ecossistema assombroso, único e estranho, encontrado apenas na região sul de Madagáscar: o bosque espinhoso. Este bosque faz parte dos últimos fragmentos de florestas primárias do sul.
Os imponentes arbustos espinhosos são lar de mais de 2.000 espécies de plantas, muitas delas endémicas, incluindo alguns baobás espetaculares (Adansonia rubrostipa), destacando-se um baobá gigante com 13 metros de diâmetro, que os locais chamam carinhosamente de "tetera" devido à sua forma, e que se estima ter 1.500 anos. Aqui também encontramos uma família completa de plantas endémicas, as Didieraceae, bem como Pachypodiums e Euphorbias. Visita a pé de ±1 hora para observar estas árvores endémicas da ilha. Regresso ao hotel. Jantar e alojamento.
Dia 12 - Tulear / Antananarivo
Pequeno-almoço (caso o horário do voo o permita) e, à hora combinada, transfere para o aeroporto de Tulear para embarque no voo de regresso à capital. Chegada a Antananarivo, receção em espanhol e transfere para o hotel.
(Caso o voo chegue antes das 12h, oferta do tour "Taná" que consiste numa visita ao mercado de artesanato de La Digue, a maior feira de artesanato da ilha e um dos maiores de África.)
Dia 13 - Antananarivo / Cidade(s) de Escala(s) / Lisboa
Pequeno-almoço (caso o horário do voo o permita). Em hora a combinar localmente, transfere para o aeroporto. Formalidades de embarque e partida em voos de regresso a Lisboa. Fim dos nossos serviços.
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Hotéis previstos (ou similares):
1. Antananarivo: Au Bois Vert Lodge 4* (Bungalow) / Accor Ibis Hotel 3*Sup (Standard) / Palissandre Hotel & Spa 4* (Standard)
2. Parque Nacional de Andasibe: Mantadia Lodge 4* (Bungalow) / Vakona Forest Lodge 3* (Bungalow Standard) /Le Relais de Mantadia 3* (Bungalow Standard)
3. Antsirabe: Royal Palace 3* (Standard) / Couleur Cafe 3* (Standard) / Plumeria Hotel 3* (Standard)
4. Parque Nacional de Ranomafana: Hotel Thermal 3* (Standard) / Centrest Hotel 3* (Bungalow Confort Superior)
5. Sahambavy: Lac Hotel 3* (Lake Superior View ou Overwater)
6. Isalo: Isalo Rock Lodge 4* (Bungalow) / Jardin du Roy 4* (Bungalow) / Relais de la Reine 3* (Bungalow)
7. Tulear: Moringa Hotel 3* (Standard)
NOTAS:
- Preços válidos para um mínimo de 2 adultos, em base regular (idade mínima 12 anos);
- Visitas com guias locais em espanhol, exceto no percurso (hotel/aeroporto de Tulear);
- Caso adicionem o regime de meia-pensão (opcional), o mesmo não está incluído no dia de chegada;
- O(s) voo(s) doméstico(s) geralmente têm franquia de bagagem inferior à franquia dos voos internacionais. Em caso de dúvida, não deixe de nos consultar.
- Limite máximo de bagagem para o circuito: 1 mala, bolsa ou mochila de viagem e 1 equipamento de mão.
- Este programa ou suas variações, não é apto para pessoas com mobilidade reduzida e é aconselhado apenas a viajantes fisicamente ativos, caso contrário não aproveitarão da melhor forma os parques, paisagens e lugares mais recônditos que estão previstos visitar e podem prejudicar os restantes passageiros. Para reduzir ao máximo a pegada ambiental e social no destino, será solicitado localmente aos passageiros algumas atividades e experiências, com ou sem interação com a população local.
- Os horários indicados no itinerário são indicativos e estão dependentes de vários fatores externos à organização (condições meteorológicas, trânsito, estado das pistas, controlos policiais, etc.). É importante ter noção que um dia típico deste circuito, começara bem cedo (06H/07H00) e a chegada ao novo alojamento acontecerá, geralmente, ao final da tarde (17H/18H00), não sendo no entanto frequente que se viaje de noite (a não ser em casos pontuais que incluam a vista do por do sol, ou visita noturna a algum dos locais programados ou por algum contratempo durante o dia).
Lembre-se que vai estar em África e que as estradas e pistas não vão ter as mesmas condições das Europeias, pelo que a média horária será substancialmente mais baixa. Quase todas as etapas diárias, serão diferentes entre si. Em alguns dias visitará, aldeia típicas, mercados, reservas naturais e, noutros dias, fará apenas ligações em pistas com pó ou areia, entre os alojamentos programados. No norte da ilha (zona do Parque Nacional Ankarana Oeste, no Red Tsingy e nas três baias), nas épocas de chuva é possível que alguns dos caminhos demorem mais a ser percorridos ou estejam mesmo intransitáveis e se tenham de arranjar alternativas. Na zona ocidental da ilha, há um trajeto de cerca de 220 km de pistas de areia, com um estado de conservação bastante variável ao longo do ano. Para aceder ao Tsingys de Bemaraha, é necessário atravessar dois rios em barcaças, operação que pode demorar mais do que o esperado, razão pela qual nestas etapas, os guias serão muito inflexíveis quanto aos horários e atrasos.